quinta-feira, 16 de março de 2017

COMO FUNCIONA A ESCALA RICHTER?

Você já deve ter ouvido falar que no Brasil não existem terremotos. Na verdade, pequenos tremores de terra acontecem por aqui de vez em quando, mas raramente têm vítimas ou efeitos graves. Tanto no nosso país quanto no mundo, a intensidade desses tremores pode ser medida pela chamada escala Richter, desenvolvida em 1935 pelo pesquisador norte-americano Charles F. Richter e pelo alemão Beno Gutenberg.


De acordo com a quantidade de energia liberada por um tremor, há um número correspondente na escala. Sismos com mais de 4,5 graus, por exemplo, já costumam provocar estragos. Não há um limite matemático para os tremores, mas o terremoto mais intenso da história alcançou 9,5 pontos e foi registrado no Chile em 1960. Apesar de ser a mais conhecida pelo público, a escala mais usada hoje para medir a intensidade dos terremotos é a MMS, que é a forma abreviada da expressão inglesa para "escala de magnitude de momento".



quarta-feira, 15 de março de 2017

QUANTOS PAÍSES EXISTEM ATUALMENTE?


A ONU conta 193, mas o Banco Mundial  e a Fifa ( Federação Internacional de Futebol Associado) tem números diferentes

Vamos considerar neste post os países  membros da ONU até este ano. 
Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), existem 193 países independentes. Note-se que essa não é a única resposta, só que é a resposta aceita pela ONU. Mas há algumas ausências nesta lista. As 3 mais conhecidas são:

- Kosovo: a Rússia bloqueia a entrada deste país na ONU

- Vaticano: Estado "observador permanente", com direito a voto nas conferências

- Taiwan: a China considera Taiwan como uma província rebelde

A ONU não considera possessões e territórios.  Para ser "sócio do clube" , o país deve ter fronteiras definidas, sustentação econômica e soberania nacional (reconhecimento de outros países da ONU, principalmente dos mais fortes). No entanto, existem os "quase países", aqueles que só falta entrarem no mapa. A Somalilândia, por exemplo, só está ausente do atlas e da existência formal, porque nenhuma nação reconheceu sua independência. 
É difícil entender, mas a Somalilândia é um país de verdade, mas não existe.



10 DADOS E CURIOSIDADES SOBRE ANGOLA


1. Angola é rica em diamantes, petróleo e minério de ferro.

2. O país viveu uma guerra civil de 1975 até 2002, com alguns intervalos. O conflito armado, iniciado logo após Angola ter se tornado independente de Portugal, foi uma disputa pelo poder entre dois antigos movimentos de libertação, o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) e a União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA).

3. O Brasil foi o primeiro a reconhecer oficialmente a independência de Angola em 11 de novembro de 1975, data de sua proclamação.

4. Angola passou de um sistema monopartidário marxista-leninista, baseado em uma economia estatal, para uma democracia multipartidária e economia de mercado depois das eleições de 1992.

5. A língua oficial é o português, mas algumas regiões têm o estatuto de línguas nacionais, sendo as mais faladas: Kikongo, Kimbundo, Tchokwe, Umbundo, Mbunda, Kwanyama, Nhaneca, Fiote, Nganguela etc.

6. O principal rio de Angola é o Kwanza, nome que batiza a moeda nacional, o qual possui 1 mil km de longitude, mas apenas 240 km são navegáveis.

7. Um dos estilos musicais mais populares em Angola é o semba, palavra que significa umbigada. Outro gênero de música e dança que vem se destacando no país desde a década de 1980 é o Kuduro, estilo influenciado inclusive pelo semba.

8. Escravos capturados em Angola levaram a capoeira ao Brasil. Os angolanos desenvolveram a prática como um método de defesa contra os senhores violentos. Como no Brasil colonial os escravos precisavam disfarçar os treinamentos, eles deram a aparência de música e dança recreativa à capoeira.

9. Angola não possui Código de Endereçamento Postal, o conhecido CEP. Os carteiros fazem a entrega de correspondências apenas com base em referências e a ajuda da vizinhança. Em setembro deste ano, os Correios de Angola anunciaram a implementação do CEP até 2017.

10. O antílope gigante ou palanca-negra-gigante (Hippotragus niger variani) é uma subespécie rara de antílope que existe apenas em Angola e está à beira da extinção. É um símbolo nacional do país e os angolanos têm grande respeito por esse animal, o qual, segundo a mitologia africana, simboliza a vivacidade, a velocidade e a beleza. Os jogadores da seleção nacional de futebol são conhecidos como os “palancas negras”.



domingo, 12 de março de 2017

POR QUE O CANAL DA MANCHA TEM ESSE NOME?


O nome vem da palavra francesa manche, que significa "manga de camisa", em referência ao formato estreito e comprido do canal situado entre a França e a Inglaterra. Esse apelido teria sido dado por navegadores do século XVII. Há, porém, quem diga que, em geografia, a mesma palavra sempre serviu para definir um braço de mar espremido entre dois pedaços de terra. O Canal da Mancha, situado entre a França e a Inglaterra, se encaixa perfeitamente nessa definição. Com cerca de 180 quilômetros em sua parte mais larga, ele é chamado pelos ingleses de English Channel (algo de que os franceses nunca gostaram muito!). Na década passada, os dois países concluíram a construção de um túnel sob o mar, ligando as duas margens - batizado de "a obra de engenharia do século".

O túnel submarino do Canal da Mancha é considerado a maior obra de engenharia do século XX.

QUAL É A DIFERENÇA ENTRE REINO UNIDO E GRÃ-BRETANHA?


INGLATERRA
É um país que tem como capital a cidade de Londres. Ao longo da história, a Inglaterra conseguiu se impor politicamente sobre alguns países vizinhos e passou a controlar um Estado batizado de Reino Unido (veja a seguir). No século 19, com a Inglaterra à frente, o Império Britânico se tornou um dos maiores da história, com uma extensão territorial equivalente a um quarto do planeta!
GRÃ-BRETANHA
É o nome da grande ilha onde ficam três países: Inglaterra, País de Gales e Escócia. Com quase 230 mil km2 de área, ela tem perto de 1000 km de comprimento de norte a sul e pouco menos de 500 km de leste a oeste. O termo "Grã-Bretanha" muitas vezes é usado como sinônimo de "Reino Unido" - o que não é inteiramente correto, pois um dos países que formam o Reino Unido não fica nessa ilha.
 BRETANHA
O nome deriva da grande ilha onde fica a Inglaterra, mas, quando alguém menciona apenas "Bretanha", está se referindo não a um território inglês, mas a uma região na França. A província da Bretanha é a maior área costeira francesa e tem como capital a cidade de Rennes. Por volta do século 6, essa região foi invadida por habitantes da atual Grã-Bretanha, os bretões, dando origem ao nome em comum.
REINO UNIDO
É um Estado formado por quatro países: Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte. A chefe de Estado é a rainha Elizabeth II e o de governo um primeiro-ministro, eleito por um Parlamento central, em Londres. Nas grandes questões de governo, como política econômica, quem manda é esse Parlamento. Mas Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte também têm assembléias nacionais, com certa autonomia para tratar de questões mais locais, como saúde.
ILHAS BRITÂNICAS
É um arquipélago formado por cerca de 5 mil ilhas. As duas maiores são a Grã-Bretanha e a ilha da Irlanda - onde ficam dois países, a Irlanda do Norte (membro do Reino Unido) e a República da Irlanda, também chamada de Eire (um Estado independente). Além das duas "grandalhonas", fazem parte desse arquipélago milhares de ilhas menores, como as Órcades, Shetland, Hébridas, Man e ilhas do Canal (como Jersey).

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

- A ORIGEM DA GUERRA NA SÍRIA, E O QUE ESTÁ ACONTECENDO NO PAÍS -

A guerra da Síria, que começou como um levante pacífico contra o presidente Bashar al-Assad, se converteu em um conflito brutal e sangrento que não apenas afeta a população local, mas arrasta potências regionais e internacionais. 
A ONU estima que a guerra tenha deixado cerca de 400 mil mortos e provocado um êxodo de mais de 4,5 milhões de pessoas do país.





- VEJAMOS ALGUNS PONTOS QUE ESCLARECEM MELHOR ESTES FATOS:



> Qual era a situação na Síria antes da guerra?



Antes do início do conflito, muitos sírios se queixavam de um alto nível de desemprego, corrupção em larga escala, falta de liberdade política e repressão pelo governo Bashar al-Assad - que havia sucedido seu pai, Hafez, em 2000.





Em março de 2011, adolescentes que haviam pintado mensagens revolucionárias no muro de uma escola na cidade de Deraa, no sul do país, foram presos e torturados pelas forças de segurança.
O fato provocou protestos por mais liberdades no país, inspirados na Primavera Árabe - manifestações populares que naquele momento se estendiam pelos países árabes.

Quando as forças de segurança sírias abriram fogo contra os ativistas - matando vários deles -, as tensões se elevaram e mais gente saiu às ruas. Os manifestantes pediam a saída de Assad.
A resposta do governo foi sufocar as divergências, o que reforçou a determinação dos manifestantes. No fim de julho de 2011, centenas de milhares saíram às ruas em todo o país exigindo a saída de Assad.

> Como começou a guerra civil?

À medida que os levantes da oposição aumentavam, a resposta violenta do governo se intensificava.
Simpatizantes do grupo antigoverno começaram a pegar em armas - primeiro para se defender e depois para expulsar as forças de segurança de suas regiões.
Assad prometeu "esmagar" o que chamou de "terrorismo apoiado por estrangeiros" e restaurar o controle do Estado.

A violência rapidamente aumentou no país: grupos rebeldes se reuniram em centenas de brigadas para combater as forças oficiais e retomar o controle das cidades e vilarejos.

Em 2012, os enfrentamentos chegaram à capital, Damasco, e à segunda cidade do país, Aleppo.
O conflito já havia, então, se transformado em mais que uma batalha entre aqueles que apoiavam Assad e os que se opunham a ele - adquiriu contornos de guerra sectária entre a maioria sunita do país e xiitas alauítas, o braço do Islamismo a que pertence o presidente.



Isto arrastou as potências regionais e internacionais para o conflito, conferindo-lhe outra dimensão.
Em junho de 2013, as Nações Unidas informaram que o saldo de mortos já chegava a 90 mil pessoas.

> Quem está lutando contra quem?

A rebelião armada da oposição evoluiu significativamente desde suas origens.
O número de membros da oposição moderada secular foi superado pelo de radicais e jihadistas - partidários da "guerra santa" islâmica. Entre eles estão o autointitulado Estado Islâmico e a Frente Nusra, afiliada à Al-Qaeda.


Os combatentes do EI - cujas táticas brutais chocaram o mundo - criaram uma "guerra dentro da guerra", enfrentando tanto os rebeldes da oposição moderada síria quanto os jihadistas da Frente Nusra. Também combatem o Exército curdo, um dos grupos que os Estados Unidos estão apoiando no norte da Síria.

Desde 2014, os EUA, junto com o Reino Unido e a França, realizam bombardeios aéreos no país, mas procuram evitar atacar as forças do governo sírio.
Já a Rússia lançou em 2015 uma campanha aérea com o fim de "estabilizar" o governo após uma série de derrotas para a oposição. A intervenção russa possibilitou vitórias significativas das forças aéreas sírias.


Os rebeldes moderados têm requisitado armas antiaéreas ao Ocidente para responder ao poderio do governo sírio. Mas Washington e seus aliados têm procurado controlar o fluxo de armas por medo de que acabem indo parar nas mãos de grupos jihadistas.


> Qual é o envolvimento das potências internacionais?

Os Estados Unidos culpam Assad pela maior parte das atrocidades cometidas no conflito e exigem que ele deixe o poder como pré-condição para a paz.
Já a Rússia apoia a permanência de Assad no poder, o que é crucial para defender os interesses de Moscou no país.
O Irã, de maioria xiita, é o aliado mais próximo de Bashar al-Assad. A Síria é o principal ponto de trânsito de armamentos que Teerã envia para o movimento Hezbollah no Líbano - a milícia também enviou milhares de combatentes para apoiar as forças sírias.
Estima-se que os iranianos já tenham desembolsado bilhões de dólares para fortalecer as forças sírias, provendo assessores militares, armas, crédito e petróleo.


Contrapondo-se à influência do Irã, a Arábia Saudita, principal rival de Teerã na região, tem enviado importante ajuda militar para os rebeldes, inclusive para grupos radicais.
Outro aliado importante dos rebeldes sírios, a Turquia tem buscado limitar o apoio dos EUA às forças curdas, que acusam de apoiar rebeldes do PKK (Partido dos Trabalhadores do Curdistão).
Os rebeldes da oposição síria têm ainda atraído apoio em várias medidas de outras potências regionais, como Catar e Jordânia.

> Por que a guerra está durando tanto?

Um fator chave é a intervenção de potências regionais e internacionais.
Seu apoio militar, financeiro e político tanto para o governo quanto para a oposição tem contribuído diretamente para a continuidade e intensificação dos enfrentamentos, e transformado a Síria em campo para uma guerra indireta.
A intervenção externa também é responsabilizada por fomentar o sectarismo no que costumava ser um Estado até então



A escalada de terror causada por grupos jihadistas como o EI - que aproveitou a fragilidade do país para tomar o controle de vastas partes de território no norte e leste - acrescentou outra dimensão ao conflito.

> Qual é o impacto da guerra?

O enviado da ONU para a Síria, Steffan de Mistura, estimou que a guerra já matou 400 mil pessoas.
Para a organização Observatório Sírio de Direitos Humanos, sediada em Londres, até setembro a cifra de mortos passava de 300 mil.
Já o Centro Sírio para Pesquisa de Políticas, outro grupo de estudos, calcula que o conflito já tenha causado a morte de 470 mil pessoas.


Segundo a ONU, até fevereiro de 2016 mais de 4,8 milhões de pessoas haviam fugido do país - a maioria mulheres e crianças.
O êxodo de refugiados, um dos maiores da história recente, colocou sob pressão os países vizinhos - Líbano, Jordânia e Turquia.
Cerca de 10% deles buscam asilo na Europa, provocando divisões entre os países do bloco europeu sobre como dividir essas responsabilidades.



E as estatísticas terríveis não param por aí.
A ONU disse que são necessários US$ 3,2 bilhões para prover ajuda humanitária a 13,5 milhões de pessoas - incluindo seis milhões de crianças - no país.
Cerca de 500 mil pessoas vivem sob o cerco de forças de segurança ou rebeldes.

Além disso, 70% da população não tem acesso a água potável, uma em cada três pessoas não consegue suprir as necessidades alimentares básicas, mais de 2 milhões de crianças não vão à escola e uma em cada cinco indivíduos vive na pobreza.

> O que a comunidade internacional faz para pôr fim ao conflito?

Como nenhuma das partes é capaz de impor uma derrota decisiva à outra, a comunidade internacional há muito concluiu que a única forma de pôr fim à guerra é por meio de uma solução política.

 Steffan de Mistura

O Conselho de Segurança da ONU pediu a implementação do Comunicado de Genebra, adotado em 2012 na cidade suíça, que contempla um governo de transição com amplos poderes executivos "baseado no consentimento mútuo".
Porém, as negociações de paz de 2014, conhecidas como Genebra 2, foram interrompidas. A ONU responsabilizou o governo sírio por se recusar a discutir as demandas da oposição.
Um ano depois, a ascensão do grupo autodenominado Estado Islâmico deu novo ímpeto à busca por uma solução pacífica.

Em janeiro deste ano, Estados Unidos e Rússia conseguiram convencer as partes em conflito a participar de "conversas de aproximação" em Genebra para implementar o plano da ONU.
Mas as negociações foram suspensas ainda na fase preparatória, depois que as forças de segurança sírias lançaram uma ofensiva contra a cidade de Aleppo, no norte do país.


Este ano, as duas superpotências mundiais conseguiram negociar uma interrupção das hostilidades, com a qual os enfrentamentos foram suspensos.
A última trégua parcial, em meados de setembro, fracassou dias depois de entrar em vigor, após um ataque letal contra um comboio de ajuda humanitária, no qual morreram 20 civis.
Os EUA culparam a Rússia pelo bombardeio - Moscou negou as acusações.


Fonte: BBC

quarta-feira, 6 de abril de 2016

ESCALAS

Todo mapa representa algum elemento ou fenômeno que se localiza no espaço geográfico. Para a construção de um mapa, é necessário o uso de alguns princípios matemáticos que consigam determinar o quanto você deve reduzir as informações que existem na realidade, para poder confeccionar um mapa.

Uma escala (E) de um mapa, quer nos mostrar a relação que existe entre um elemento do espaço geográfico, com o mapeamento deste. Ou seja, representa a relação entre a distância real (D) do elemento com a distância no mesmo representado em um mapa (d).

d = distância no mapa
D = distância real
E = Escala

Para calcular, usamos a fórmula:


Nas contas de escala, deve-se necessáriamente fazê-las usando as mesmas medidas de comprimento que são: Quilómetro (km), Hectómetro (hm), Decâmetro (dam), Metro (m), Decímetro (dm), Centímetro(cm), Milímetro (mm). Pode-se usar a conversão da seguinte forma:



  • ESCALA NUMÉRICA
Aparece a relação de quantas vezes o mapa foi reduzido. Por exemplo: 1/100.000 ou 1:100.000. Quer diquer que o mapa foi reduzido 100.000 vezes, ou seja, se algo no mapa tem 1cm de distância, no real, representam 100.000cm.


  • ESCALA GRÁFICA
Na escala gráfica, não aparece a relação do real com o mapeado diretamente, mas contêm o "D", que é de 2km; o "d" terá que ser medido. Aproximadamente, tem 1,7 cm. Desta maneira é possível calcular a Escala, usando a fórmula descrita anteriormente.
Escala Gráfica
Fonte: Software ArcGis 9.3
 

Exemplo 01:
Para um rio que no mapa de 1:50.000 tem 50cm, qual será a distância real deste rio?
d = 50cm
D = ?
E = 50.000
jogando na fórmula (d / D = 1 / E)
50cm / D = 1 / 50.000 (fazer regra de três)
50cm x 50.000 = D x 1
2.500.000cm = D
D = 25.000m
D = 25km

Exemplo 02:
Para uma estrada que no mapa mede 80cm e sua distância real é de 80km, qual é a escala do mapa?
d = 80cm
D = 80km
E = ?
jogando na fórmula (d / D = 1 / E)
80cm / 80km = 1 / E (colocar na mesma medida de comprimento)
0,000.8km / 80km = 1 / E (fazer regra de três)
0,000.8km x E = 80km x 1
E = 80km / 0,000.8km
E = 100.000
ou seja
a escala numérica do mapa é de 1:100.000

  • ESCALA NUMÉRICA
Aparece a relação de quantas vezes o mapa foi reduzido. Por exemplo: 1/100.000 ou 1:100.000. Quer diquer que o mapa foi reduzido 100.000 vezes, ou seja, se algo no mapa tem 1cm de distância, no real, representam 100.000cm.


  • ESCALA GRÁFICA
Na escala gráfica, não aparece a relação do real com o mapeado diretamente, mas contêm o "D", que é de 2km; o "d" terá que ser medido. Aproximadamente, tem 1,7 cm. Desta maneira é possível calcular a Escala, usando a fórmula descrita anteriormente.
Escala Gráfica
Fonte: Software ArcGis 9.3
 

Exemplo 01:
Para um rio que no mapa de 1:50.000 tem 50cm, qual será a distância real deste rio?
d = 50cm
D = ?
E = 50.000
jogando na fórmula (d / D = 1 / E)
50cm / D = 1 / 50.000 (fazer regra de três)
50cm x 50.000 = D x 1
2.500.000cm = D
D = 25.000m
D = 25km

Exemplo 02:
Para uma estrada que no mapa mede 80cm e sua distância real é de 80km, qual é a escala do mapa?
d = 80cm
D = 80km
E = ?
jogando na fórmula (d / D = 1 / E)
80cm / 80km = 1 / E (colocar na mesma medida de comprimento)
0,000.8km / 80km = 1 / E (fazer regra de três)
0,000.8km x E = 80km x 1
E = 80km / 0,000.8km
E = 100.000
ou seja
a escala numérica do mapa é de 1:100.000

  •  TAMANHO DA ESCALA
As escalas variam de mapa para mapa. Contudo, o tamanho delas deve ser apropriado com a finalidade que o mapa vai ser feito. Por exemplo, quando dizemos que um mapa tem escala grande é porque a quantidade de detalhes no mapa é grande, e quando a escala é pequena é porque tem menos detalhe, em função da enorme área que este pode abranger.


 
Escalas grandes de detalhe para escalas pequenas, indo da Cidade do Vaticano para Roma, Itália e Europa (nesta última, percebe-se que a área mapeada aumenta, mas perdem-se os detalhes)